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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Tekno pela primeira vez em Moçambique


Pela primeira vez em Moçambique, o músico e dançarino nigeriano Tekno vai actuar na cidade de Maputo. O concerto marcado para o dia 28 de Setembro próximo, no Campo de Maxaquene, é mais uma proposta da BDQ Concertos e, assim, encerra este ano o ciclo de espectáculos para um segmento mais alargado da sociedade, depois do fabuloso espectáculo de Matias Damásio e o recém criado Maputo International Festival.

Aguarda-se uma noite singular, até porque a vinda de Tekno é resultado do pedido do púbico, tendo em conta o seu ritmo, que se viralizou no mundo e em Moçambique não foi excepção. Depois de Davido, em 2017, os moçambicanos continuaram sedentos de espectáculos com astros nigerianos, eis que a BDQ fez um estudo para apurar quem seria o artista praticante de naija que o público aplaudiria, dai que optou pelo autor de “Pana”.

Ainda que “Pana” tenha sido seu grande sucesso e, por isso, o pretexto da sua internacionalização, Tekno é autor de muitos outros hits bem conhecidos e aplaudidos no país. “Yawa”, “Diana”, “Jogodo”, “Duro”, “Rara” e “choko” são alguns exemplos de músicas muito bem conseguidas pelo jovem de apenas 27 anos. 

O concerto marcado para as 20h00 prevê-se alargar até às 4h00, onde o naija vai se cruzar com ritmos moçambicanos e sul-africanos. É por isso que Belmiro Quive, produtor do concerto, assegura um grande espectáculo, “com muita emoção, muita música, muita dança porque Tekno, por si só, é um 'show man', é um grande dançarino e um grande cantor”. 

Na lista de convidados consta uma vasta nata de músicos moçambicanos e sul-africanos: Mr. Bow, Twenty Fingers, Ubakka e Humberto Luís são os jovens cantores que vão subir ao palco para representar a nossa música em diferentes abordagens. Dj Dilson e Dj Faya juntam-se aos sul-africanos Dj Maphorisa e Dj Prince Kaybee para uma perfomance com os dedos, a sugerir uma mistura sonora impecável. 

Este espectáculo é um presente para o público mais alargado que acompanha a BDQ ao longos dos seis anos de espectáculo, em que a plataforma “Moments os Jazz” sempre garantiu concertos de jazz e suas variantes, tornando-o um segmento mais fechado.

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