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Bento Kangamba fala da origem do seu dinheiro e da sua história



As desinformações que campeiam com alguma regularidade, em determinados círculos da sociedade, relativos à situação no país e à vida privada de figuras públicas e empresários nacionais fazem parte de urdidas campanhas com o propósito de descredibilizar os esforços do executivo angolano junto de parceiros internacionais e desencorajar as pessoas com espírito patriótico, iniciativas louváveis e dinamismo quando chamados para servir o país em diferentes vertentes, com realce para as causas sociais.


O país tem sido sujeito, desde o alcance da paz em, em 2002, a actos de desestabilização por parte de forças que, até ao momento, não compreenderam de que a guerra em Angola faz parte do passado e o surgimento de uma classe empresarial é um processo natural de sociedade, o que não pode ser classificado, constantemente, como enriquecimento ilícito, corrupção ou lavagem de capital.

“Em África, todo negro com dinheiro é gatuno, tem doença de Sida, é bandido, é lavagem de dinheiro, enfim, o ver dos africanos é este. Como é possível falar de uma pessoa que você não conhece?”


A convicção é do carismático político e empresário angolano, Bento dos Santos “Kangamba”, acrescentando ser impossível alguém falar de um país ou pessoa que não conhece, perfeitamente, abraçando o boato como via para denegrir todas as forças viva da sociedade que têm estado a contribuir para o bem estar-social colectivo do povo angolano.

Em entrevista conduzida por Sarchel Necesio para   portal Platina Line, o presidente do Clube Kabuscorp do Palanca disse que tem estado a sentir, de perto, esta campanha, por ter vítima da mesma, como o caso “Garina”, afirmando ser tudo um mal entendido. Porém, lamentando o facto de ter sido defendido primordialmente pelos brasileiros e não angolanos. Assista a entrevista e partilhe com seus amigos. 

Fonte: Platina line

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